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GRITO DA TERRA (1964)
Créditos
Longa-metragem, Sonoro, Ficção
Material original: 35mm, b&p, 83', 2.283m, 24q

Origem: Feira de Santana (BA)
Estréia:


Distribuição: Satélites Filmes

Direção: Olney São Paulo

Companhia(s) produtora(s): Santana Filmes S.A.
Produção: Ciro de Carvalho Leite

Direção de fotografia : Leonardo Bartucci

Montagem : João Ramiro Mello

Música original : Lamento de Justino, de Fernando Lona e Orlando Senna
Arranjos: Remo Usai
Orquestração : Remo Usai

Elenco: Helena Ignêz (Mariá)
Lucy Carvalho (Lóli)
João de Sordi (Sebastião)
Lídio Silva (Professor)
Eládio Theotônio de Freitas (Silvério)
Raimundo Figueiredo (Geraldo)
Branca Dlugolensky (Constância)
Marionel Martins (Jorge)
Nestor Peixoto
Eládio Freitas
Maria Augusta São Paulo
Ciro de Carvalho Leite

Fontes: Cinemateca Brasileira; Ângela José (1999).


Imagens
OBSERVAÇÃO

Observações: Ângela José (1999, p. 72) indica: Saci Empreendimentos e Planejamentos S.A. como produtora associada; letreiros da artista plástica Lygia Pape (p.76).

Cinemateca Brasileira indica: Certificado de Censura Federal 22162 de 07.12.1964, 12 cópias, proibido para menores de 18 anos, 2283m.

Segundo Gilfrancisco, em “O cineasta Olney São Paulo” (veja link), o filme foi “aclamado no I Festival Internacional de Filmes da Guanabara”.


SINOPSE

Sinopse: “Grito da Terra gira em torno de duas personagens femininas: Loli, mulher sensual e perigosa, que quer sair do sertão para viver no sul do país e Mariá, uma típica camponesa que acredita na força do nordestino para enfrentar a seca e as pressões dos latifundiários [...]Grito da Terra desvela o drama das famílias de lavradores, vítimas da ambição de Sebastião, dono do armazém local” (Ângela José, 1999, p. 78-79).
IMPRENSA

Imprensa: Tela – Caderno dos sócios da cinemateca do Museu Guido Viaro-PR, nº 0 (maio 1976)

Olney São Paulo – Cinema Novo é questão de...

Rotulado como “cineasta maldito”, Olney São Paulo é um diretor que permanece desconhecido do grande público. Em dezembro passado esteve em Curitiba, exibindo alguns dos seus filmes no Museu Guido Viaro e brevemente deverá estrear na cidade seu último filme “O Forte”.
“O Grito da Terra”, seu primeiro longa-metragem, que passou despercebido em seu lançamento reveste-se atualmente de uma importância sociológica ainda não percebida pelos críticos, que em sua quase totalidade o desconhecem.
Perfeitamente atual no trato da temática rural nordestina, foi um dos pioneiros do gênero cinema rural no Brasil.
“O Forte ” é baseado no romance do mesmo nome do escritor Adonias Filho e conta com Suzana Vieira, Léa Garcia e Paulo Vilaça, no elenco.

TELA – Você esteve ligado ideológicamente ao Cinema Novo?
OLNEY – Ideologicamente sim, mas socialmente não. Eu estava fora, estava na Bahia e o Cinema Novo se localizava no Rio e era uma espécie de academia.

TELA – E essa “academia” incluiu seu filme “O Grito da Terra” no movimento?
OLNEY – Algumas pessoas o incluíram mas a maior parte não. O filme foi muito bem apresentado e discutido pelo Alex Viany, que é uma pessoa que entende muito de cinema e cultura brasileira. Outras pessoas, talvez pelo nível de informação, estavam muito distantes dos problemas apresentados no filme e não o estavam entendendo. È um filme que discorre sobre a realidade brasileira, feito por gente do Nordeste e para o Nordeste. Um filme dentro de tudo que o Cinema Novo se propunha a apresentar.

TELA – E o que o Cinema Novo se propunha a apresentar?
OLNEY – Apresentar a realidade brasileira dentro de uma linguagem brasileira e não importada. “O Grito da Terra” não tem nada de importado, tudo dentro do que eu acho que deve ser que deveria ser o cinema brasileiro.

TELA – Os críticos, na época do lançamento do filme perceberam sua importância sociológica?
OLNEY – Não sei dizer, porque eles nem tomaram conhecimento do filme, e se tomaram não entenderam. Evidentemente hoje eles entenderiam, estão fazendo mil documentários sobre o sertão. As coisas que estão documentadas no filme hoje estão em muitos documentários.

TELA – O elemento principal da narrativa é o homem ou a terra?
OLNEY – Principalmente o homem. A terra é o cenário, o “decor”. Mas os problemas dela influem no homem.

TELA – Você considera ter ele validade atual? A realidade que ele retrata mudou ou permanece?
OLNEY – Eu o acho atualíssimo. No Nordeste continua a mesma coisa, a terra é a mesma, o homem é o mesmo. Talvez a terra tenha mudado um pouco, mas o homem continua o mesmo.

TELA – O filme que você fez depois do “O Grito da Terra” seria seu complemento?
OLNEY – Sim, “Manhã Cinzenta” seria o homem da cidade…

TELA – …vivendo a mesma situação política?
OLNEY – Política, exatamente. Como “O Forte” também é, só que num outro plano. “O Grito” é o camponês, “Manhã” é a juventude e “O Forte” é o homem maduro, o homem brasileiro vivendo seus problemas existenciais.

TELA – Procurou fazer de “O Forte” um filme popular?
OLNEY – Procurei sim, embora a linguagem que utilize seja um tanto sofisticada, mas é uma linguagem que já está consumida. Tem muito “flash-back”, vai e volta, três ou quatro tempos diferentes. Ele tem uma narrativa que eu chamaria de crônica de amor jornalístico, perfeitamente compreensível. Apesar dessa narrativa intercalada acho que é um filme de público, popular. Todos os elementos que estão ligados ao povo da Bahia estão no filme.

TELA – Você pensa no público ao filmar ou apenas nos resultados a que pretende chegar?
OLNEY – Eu penso no que eu acho que o público deve ver.

TELA – Mas faz concessões ao público?
OLNEY – Não, concessões eu não faço. Enganar o público com concessões é descer. Eu me preocupo como que o público deve ver e entender do que eu quero dizer. Então para isso eu procuro uma maneira. Acho que eu também sou público, sou um homem formado dentro das salas de exibição. Dentro desta visão eu procuro construir meus filmes.

TELA – “O Grito” é um filme rural, “Manhã” político e “O Forte” é essencialmente urbano. Apesar de não constituírem uma trilogia, deve haver um elo de ligação entre eles. Qual seria ele?
OLNEY – Eu acho que é a existência do povo; o povo com seus problemas. Todos eles são filmes sobre o homem, a gente, nós mesmos dentro do que a gente vive, dentro da situação histórica, dentro de todos esses problemas.

TELA – Seriam eles documentários ficcionalizados?
OLNEY – Exatamente. Ou ficção documental, aproveitando o documento para fazer ficção, aproveitando a ficção para fazer um documento.

TELA – No seu trabalho, qual a importância da forma?
OLNEY – Se a gente vai fazer um trabalho de ficção deve valorizar bastante a forma.
“O Grito” tem uma forma simples, já “O Forte” tem uma forma, um estilo mais sofisticado, pois está no plano mais intelectual. Mas o principal no filme reside no conteúdo.

TELA – Já esteve filiado a alguma escola cinematográfica?
OLNEY – Não, nunca estive.

TELA – Mas recebeu influência de alguma?
OLNEY – Se recebi não sei. “O Grito da Terra” tem uma coisa engraçada: acharam que tinah influência do cinema húngaro. Eu nunca tinha visto filme húngaro! Alguém achou também que os planos do professor negro lembravam Eisenstein. Eu ainda não tinha visto “Ivã, o Terrível”, só fui vê-lo mais tarde no Rio Minha formação era de cinema americano. O diretor que eu via muitos filmes e tinha uma certa ligação era o John Ford, que também não está no filme, não tem nada de John Ford no filme, uma ou outra citação podem ser instintivamente uma homenagem a Ford. Me achava muito identificado com o neorealismo, achei-o importantíssimo. Talvez tivesse uma influência do Pietro Germi, mas uma influência inconsciente, como é toda influência. Quando não é inconsciente, é uma citação, uma homenagem que se faz. Mas tarde eu vi filme húngaro de Mialos [sic] Jancsó. Talvez a realidade húngara esteja muito próxima da realidade brasileira.

TELA – Adaptação literária é um assunto controvertido, havendo geralmente uma distorção de idéias na transposição de um livro para o cinema. Dois de seus filmes são adaptações de obras literárias. Foram bem sucedidas?
OLNEY – Sim, porque cinema é uma coisa e livro é outra. “O Forte” se parece muito com o livro porque o livro é cinematográfico, tem linguagem de cinema. “O Grito da Terra” é mais distante da literatura. O próprio romancista fez a adaptação, aceitando conselhos meus como roteirista e fiquei satisfeito com ela.

TELA – Você aponta algum caminho para o cinema brasileiro?
OLNEY – Nós temos em primeiro lugar que formar um público para o cinema brasileiro; geralmente o público diz: “Puxa, filme nacional, não vou ver não”.

TELA – É preciso reeducar o público, então?
OLNEY – É preciso, ele foi educado pelo cinema estrangeiro, foi educado para mascar chicletes e tomar coca-cola.

TELA – Por que o contato do diretor brasileiro com o público é tão restrito?
OLNEY – Porque os filmes não são exibidos e a divulgação é a mínima possível. Filme brasileiro dá no máximo 50.000 espectadores, nem sei se chega a isso. Eu venho a Curitiba, passo meu filme e tenho 50, 100 espectadores. Já são 50 ou 100 que o cinema brasileiro conquistou, que estão identificados com o cinema brasileiro. Agora, se fosse 5.000 seria bem melhor, lógico.

TELA – Quais os filme que considera importantes no desenvolvimento do cinema brasileiro?
OLNEY – Em termos de indústria, “O Cangaceiro” do Lima Barreto é o mais importante, culturalmente não é. Culturalmente eu acho que os filmes mais importantes partem de “Rio 40 graus”, do Nelson Pereira dos Santos. Todo o Cinema Novo é importantíssimo, mas vou citar os que eu gostaria de ter feito: “Deus e o Diabo na Terra do Sol” do Glauber Rocha e “Vidas Secas” do Nelson Pereira dos Santos. Ambos apresentam uma dualidade de conceitos, um era sobre a renovação estética, o outro era sobre a simplicidade. E o Cinema Novo partiu destes dois princípios.

TELA – Considera válida a pornochanchada no sentido de estabelecer o cinema brasileiro em termos de indústria?
OLNEY – Não, não considero. Você pode fazer outro tipo de cinema...

TELA – ...atingindo ao mesmo público?
OLNEY – O que acontece é o seguinte: a pornochanchada atinge esse tipo de público porque tem um distribuidor com uma cadeia de cinemas que consegue esse tipo de público. No momento a pornochanchada está sendo feita pelo exibidor para cumprir o decreto dos 112 dias de exibição obrigatória de filme nacional, uma reivindicação que o produtor independente fez. Não posso dizer em termos teóricos que a pornochanchada tenha um público, ela tem é uma estrutura para conseguir um público.

TELA – O papel da crítica é importante para o cinema brasileiro? Você já exerceu atividade crítica?
OLNEY – Eu fiz crítica quando me pediram. Eu preferia não fazer porque acho que crítica de cinema é opinião de apenas uma pessoa; claro que podem coincidir a posição ética e estética de vários críticos Gosto muito de ler, mas motivação para fazer crítica eu tive pouca. A maior parte do que escrevi foram artigos sobre problemas do cinema brasileiro. Temos críticos conscientes, mas outros que acham que filme brasileiro bom é aquele que se parece com o estrangeiro. Isso vem ocorrendo há muito tempo, essa propagação de idéias falsas sobre o cinema nacional.

TELA – Com o término do Cinema Nov…
OLNEY – O Cinema Novo não terminou!

TELA – Mas os cineastas que criaram o movimento como Nelson Pereira dos Santos ou o Paulo Cesar Sarraceni o consideram um movimento encerrado.
OLNEY – Eles criaram o Cinema Novo e se acabaram, mas os filmes continuam sendo feitos com os mesmos pensamentos, pelas mesmas pessoas que fizeram o Cinema Novo. É o mesmo tipo de cinema, só que dentro da realidade de hoje. Os princípios continuam os mesmos. Eles começam, eles fazem, eles acabam... Eu nunca fui teórico do Cinema Novo, Cinema Novo era uma questão de “slogan”, e era um “slogan” bem bolado. “Cinema Novo, deve ter alguma coisa nova, então vou ver”. Como todo “slogan” este se acabou. Veja outros “slogans”: Cinema Marginal, cinema “underground” é o mesmo princípio do Cinema Novo porque o cinema brasileiro sempre foi “underground”. Os princípios são os mesmos, os “slogans” é que são diferentes. O cinema continua a despeito das pessoas que inventaram a fórmula e já a desinventaram.

TELA – Como situa o cinema brasileiro no contexto latino-americano?
OLNEY – Na América Latina, de importante temos um ou outro filme mexicano, um argentino, alguns documentários feitos na Colômbia. O cinema brasileiro foi durante algum tempo o mais importante, juntamente com o cinema cubano, que era um cinema oficial, tinha dinheiro para fazer e os cineastas faziam sobre sua realidade, patrocinados pelo governo de lá. Agora não sei.


* * *


Jornal da Bahia (14-15/3/65)

Grito da Terra só sai do país sem cortes

O produtor cinematográfico Ciro de Carvalho Leite, diretor da Santana Filmes, emprêsa feirense, declarou, ontem, ao JORNAL DA BAHIA que o filme “Grito da Terra”, direção de Olney São Paulo, “não participará de qualquer festival internacional enquanto a censura não liberar os cortes efetuados”.
Acrescentou o sr. Ciro de Carvalho Leite, que “Grito da Terra” será exibido nos fins do corrente mês num circuito de 10 cinemas paulistas, encabeçados pelo famoso Marabá. A seguir vai passar em todo o sul do país, existindo 10 cópias naquela zona.

MAIS DUAS PRODUÇÕES
– Todas as cidades do interior baiano onde houver aparelhagem de 35mm verão “Grito da Terra”. Na semana vindoura provavelmente, o nosso filme será exibido em Jequié, Conquista, Itapetinga, Itabuna e Ilhéus – frisou Ciro Carvalho Leite [sic].
– A Santana Filmes vai fazer o possível para ver se sai este ano com duas produções ao mesmo tempo: “Cacimba” (tit. provisório), último romance meu qua a Tempo Brasileiro , Rio, lança provavelmente em junho (este será dirigido por Vladimir Carvalho); e “Lucas da Feira”, um argumento de Olnei [sic] Alberto São Paulo, a ser dirigido por êle mesmo. Iremos fazer o a u m e n t o de capital das Santana Filmes de 20 para 50 milhões de cruzeiros, utilizando o regime de venda de ações que tem obtido grande receptividade na Princesa do Sertão.

CORTES
– Muito embora o sr. Lyndon J o h n s o n tenha homenageado “Grito da Terra” com sua exibição na embaixada americana no Brasil, por ocasião da Noite do Cinema Brasileiro, em dezembro do ano passado, o nosso filme não participará de qualquer festival internacional enquanto a censura não liberar os cortes efetuados. Infelizmente tudo o que cheira a verdade é tido como subversivo. É moda, hoje, quando se fala em miséria, ser taxado de “comunista”.
– O principal corte – conta Ciro de Carvalho Leite – é um “flash-back” com Helena Inês. A censura achou por bem interpretar um diálogo puramente místico como uma alusão à volta do “Cavaleiro da Esperança”, o que não deixou de ser ridículo para tantos intelectuais que assistiram ao filme quando foi exibido na embaixada americana.

AJUDA
– Se nós contássemos com alguma ajuda dos governos – assegura o produtor – o cinema na Bahia seria talvez um dos melhores campos de investimento financeiro. Mas como tal não ocorre, o cinema então procura outros Estados onde se abrigar, a exemplo da Guanabara, S. Paulo e, atualmente, Minas Gerais.
– Se fosse instituído em Salvador, pela Prefeitura, o Imposto Adicional, que recairia sobre os preços do s ingressos de cinema, poderia haver um fundo de reserva para financiar filmes, como acontece na Guanabara e e São Paulo. Mas a compreensão dos homens públicos ainda não enxergou que a indústria cinematográfica é uma das mais importantes nos países onde os governantes não são tão míopes”.
– Nos Estados Unidos, Itália, França, Inglaterra etc., esta indústria ocupa o 4º lugar entre as grandes produções pesadas como ferro, petróleo, automóvel. Se fizessemos com o cinema o que se faz com a indústria automobilística e outras, em pouco tempo estaríamos trazendo dólares para o Brasil.
– Basta dizer que na América do Norte, o cinema é observado com tanta seriedade que aqui no Brasil existe um encarregado dos negócios de Hollywood, sr. Harry Stone. O nosso país é o segundo mercado que os Estados Unidos têm na exploração do cinema. E, por incrível que pareça, sem nenhuma expressão para o cinema brasileiro. Bastaria que o governo nacional, protegesse o nosso filme como fazem os americanos, italianos, franceses etc.

SATISFEITO
– Embora escritor – prossegue Ciro de Carvalho Leite –, abracei o cinema depois de um bate-papo com Olney Alberto São Paulo. Senti as dificuldades dele e marchamos então para fundar a Santana Filmes. Hoje, digo com franqueza, não estou arrependido.
– Encaro o cinema como arte e indústria e sei que, em breve, a luta do cineasta brasileiro será vitoriosa. Assim todo o nosso comércio é tão próspero para os “enlatados” que vêm de fora, em breve também teremos oportunidade; agora é só luta.

AMPARO
– O Adicional de que já falei, crédito a longo prazo a juros reduzidos e um Sindicato de Produtores que se imponha – são algumas das medidas que acho fundamentais para amparar o cinema baiano. Na Guanabara existe o Sindicato e é respeitado. Nada disso adianta sem cobertura do govêrno federal, amparando o cinema brasileiro com ontem [sic “como tem”] feito com algumas indústrias nossas, a exemplo de eletrodomésticos, automóveis etc., cuja importação é proibida.
– Não se trata de proibir a vinda de filmes estrangeiros e sim regulamentar, como fazem os outros países que têm cinema como indústria que de fato é e não como amadorismo. Acho, porém, necessário limitar a entrada de filmes estrangeiros e respeitar obrigatóriamente a lei dos 8x1. Vejo também muito útil a criação, nas embaixadas brasileiras no exterior um serviço de divulgação do nosso cinema, como já existe, se não me engano, na embaixada na Itália.
Mais informações
Prêmios: Prêmio do CAIC (Comissão de Auxílio à Indústria Cinematográfica) - RJ (provavelmente em 1965).
Links: Cinemateca Brasileira: http://www.cinemateca.com.br/

Wikipedia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Olney_S%C3
A3o_Paul


Três poemas de Olney São Paulo: http://www.arquivors.com/olneyspaulo1.h



Preciosidade de Olney São Paulo: http://oliveiradimas.blogspot.com/2008/
7/preciosidade-de-olney-so-paulo.htm


Olney São Paulo, mártyr esquecido: http://pt.shvoong.com/humanities/402942
olney-s%C3%A3o-paulo-m%C3%A1rtyr-esquec
do


O cineasta Olney São Paulo: http://www.informesergipe.com.br/pagina
data.php?sec=3&&rec=19976&&aano=2007&&m
es=